
Castas Portuguesas
Em Portugal, como na Europa, têm vindo a ser usadas varias castas de uva de Vitis vinifera. Desde os finais do século XIX que para combater a filoxera tem sido utilizada uma casta Americana como porta-enxerto onde as castas Portuguesas são enxertadas. A mesma casta de uva irá produzir vinhos diferentes consoante a região onde esteja a ser cultivada.
Algumas das castas brancas Portuguesas mais importantes são: Alvarinho, Loureiro,
Arinto, Encruzado, Bical, Fernão Pires, Moscatel e Malvasia Fina. Até à pouco tempo, com a excepção das castas Alvarinho e Moscatel era difícil encontrar vinhos brancos monocasta. Tradicionalmente juntam-se diversas castas brancas, Desde 1990 quem tem vindo a decrescer o interesse nos vinhos brancos acompanhado pelo crescente interesse nos vinhos tintos com as necessárias consequências em relação as castas brancas.
Algumas das castas tintas Portuguesas mais importantes são: Touriga Nacional, Tinta
Roriz (ou Aragonês), Baga, Castelão, Touriga Franca e Trincadeira (ou Tinta
Amarela).
Tem existido um debate em Portugal relativamente ao uso de castas de uva Portuguesas
em oposição ao uso de castas estrangeiras. O debate contínua uma vez que muitos mercados estrangeiros parecem preferir castas que já conhecem como Cabernet Sauvignon em relação às castas Portuguesas que são menos conhecidas.
[Vinho]
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